O Procon-SP lançou uma nova enquete em seu site para entender como os consumidores paulistas se comportam durante a Black Friday, uma das datas mais marcantes do comércio. A pesquisa, intitulada “De Olho na Black Friday: o que pensam os paulistas sobre preços e promoções”, busca identificar hábitos, percepções e sentimentos que influenciam o consumo neste período, ajudando a aprimorar as orientações e políticas públicas voltadas à defesa do consumidor.
O questionário está disponível na capa do site www.procon.sp.gov.br nas próximas semanas.
Aberta ao público em geral, a enquete reúne 26 perguntas rápidas sobre temas que vão desde o acompanhamento de ofertas e confiança nos descontos, até o impacto das emoções e influenciadores nas decisões de compra. Questões sobre reação a anúncios do tipo “só hoje”, pagamentos “sem juros” e a relação entre preço, qualidade e status também estão entre os tópicos abordados.
“A ideia é ampliar continuamente nosso repertório sobre o comportamento dos consumidores, entender o que leva à confiança ou à desconfiança nas promoções e identificar novas formas de orientar o público para escolhas mais conscientes”, explica Elaine da Cruz, diretora de Estudos e Pesquisas do Procon-SP, destacando que o estudo tem caráter educativo e analítico, sem fins comerciais.
Com base nas respostas, o Procon-SP pretende produzir análises e estudos comparativos sobre o perfil do consumidor paulista, cruzando percepções por faixa etária, renda e escolaridade. As conclusões vão servir de subsídio para novas campanhas, pesquisas e ações educativas de defesa do consumidor.
Além de medir o grau de confiança nas promoções, a pesquisa também explora aspectos emocionais — como arrependimento, ansiedade, satisfação e culpa — e comportamentos coletivos, como o impulso de compra por influência de amigos ou redes sociais. Segundo o Procon-SP, compreender essas dimensões é fundamental para orientar os consumidores a reconhecer práticas enganosas e evitar armadilhas de consumo impulsivo.
“A Black Friday é um fenômeno que vai muito além dos preços. Ela mobiliza expectativas, emoções e até crenças sobre o que é um ‘bom negócio’. Entender isso nos ajuda a desenvolver políticas públicas mais humanas e eficazes”, reforça Elaine.
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