A onda dos compactos segue avançando em todo o país, especialmente em polos econômicos e turísticos já que ampliam a possibilidade de rentabilizar por meio de locação ou do short stay. Dados do Índice FipeZAP mostram que as unidades de 1 dormitório registraram a maior valorização do mercado, com alta de 7,42% em 12 meses, bem acima da média geral, de 5,62%, e dos demais perfis. Em Itajaí (SC), cidade que ocupa a 5ª posição no ranking nacional do metro quadrado mais valorizado do país, a Saes Empreendimentos, construtora com quase 50 anos de mercado, aposta em conforto e oportunidades para moradores e investidores.
"Para exemplificar, hoje, um apartamento de um dormitório (entre 30m² e 50m²) no centro de Itajaí tem um valor médio, conservador, na faixa de R$ 750 mil. Com a locação de curta duração, esse imóvel gera ganhos mensais que podem variar de R$ 5.000 a R$ 7.500, dependendo, claro, do empreendimento, do nível de lazer e da qualidade do imóvel. Ao somarmos a receita da operação de aluguel com a curva de valorização patrimonial do imóvel na cidade, o investidor atinge um patamar de rentabilidade raro na economia: em torno de 30% ao ano ou mais" explica Erivelto Saes, CEO da Saes Empreendimentos.
O pré-lançamento, o City Zen, registra alta procura às vésperas do lançamento. É focado especialmente em compactos de alto padrão além da localização, na Rua Brusque, uma das vias mais tradicionais do município, a cerca de dois minutos da universidade, do porto e de rápido acesso às praias, rodovias e aeroporto. O City Zen, que deve ser lançado no próximo mês, terá 33 andares e 2.380 m² de áreas comuns, incluindo piscina aquecida de 25 metros, academia e quadra poliesportiva em dimensões oficiais. Graças à solidez da construtora e ao seu landbank estratégico, a empresa aposta em unidades com ticket de entrada a partir de R$ 480 mil.
"Quando aplicamos essa tipologia de imóvel em polos como Itajaí, de altíssima densidade econômica, a matemática de ganhos para o comprador tem uma alta considerável. Além da valorização do bem, que já é expressiva, a soma é integrada com a renda passiva gerada pela locação ou pela modalidade de short stay (locação de curta temporada), sem falar no ativo como proteção patrimonial. Como nosso landbank é estrategicamente planejado e de longo prazo, além de nossa capacidade construtiva e trajetória, conseguimos trazer diferenciais ao novo empreendimento combinando um produto de altíssima qualidade com um ticket de entrada raro na região", conta Saes.
Para dimensionar a atração de investidores por essa região, o executivo exemplifica. "Diferentemente de polos 100% turísticos, Itajaí possui uma demanda rotativa e alta durante os 12 meses do ano, tracionada por três forças macroeconômicas: o turismo corporativo, ou seja, executivos ligados à atividade logística, industrial e portuária; a movimentação universitária e hospitalar, gerada pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e pelos complexos de saúde centrais, e o spillover (transbordamento) de lazer: a proximidade com as hipervalorizadas Praia Brava e Balneário Camboriú", completa.
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