A Secretaria de Cultura de Suzano divulgou o resultado do “Concurso de Marchinhas Carnavalescas – Edição Alto Tietê”, realizado na última sexta-feira (13/02), no Casarão das Artes, na região central da cidade. O evento reuniu cerca de 150 pessoas e marcou a grande final da competição, que recebeu 19 inscrições, selecionou dez finalistas e concedeu cinco premiações, valorizando a produção autoral e mantendo viva a tradição carnavalesca na região.
A programação teve início às 19 horas, com apresentações ao vivo das marchinhas finalistas, interpretadas diante do público e avaliadas por uma comissão julgadora especializada, composta por profissionais com experiência na área musical e cultural. Os critérios analisados incluíram letra, melodia, originalidade, interpretação e fidelidade ao estilo tradicional das marchinhas de Carnaval.
Ao todo, a premiação somou R$ 10,5 mil, distribuídos da seguinte forma: R$ 3 mil para o primeiro colocado, R$ 2,5 mil para o segundo, R$ 2 mil para o terceiro lugar, além de duas Menções Honrosas – “Prata da Casa”, no valor de R$ 1,5 mil cada. Essa categoria foi destinada exclusivamente a artistas residentes em Suzano, como forma de valorizar e incentivar a produção musical local.
O primeiro lugar ficou com Lilian Fagundes, de Suzano, autora da marchinha “Namorei um Liso”, que conquistou o público e os jurados com criatividade e irreverência. O segundo lugar foi conquistado por Ana Julia Ferraz, também de Suzano, com a composição “O Sonho do Pierrot”, enquanto o terceiro lugar ficou com Anderson da Silva Gomes, de Mogi das Cruzes, com “Eita Sapato Danado”.
Também foram reconhecidos com a premiação “Prata da Casa” os artistas Francisco Claret de Assis Silva, com a marchinha “Vírus do Amor”, e Natalie Alves Nepomucena, com “Homem Princeso”. O reconhecimento reforça o protagonismo cultural de Suzano e evidencia a diversidade de talentos presentes no município.
Para o secretário municipal de Cultura, José Luiz Spitti, o concurso evidencia a força criativa da cidade e de toda a região do Alto Tietê. “O que vimos no palco foi talento, originalidade e identidade cultural. A marchinha é uma tradição que atravessa gerações e, quando abrimos espaço para novos compositores, estamos fortalecendo a cena artística da cidade e do Alto Tietê. A premiação é importante, mas o principal é garantir visibilidade, reconhecimento e oportunidades para quem produz cultura”, afirmou.
O concurso integra a programação cultural do município voltada ao período carnavalesco e reafirma o compromisso da administração municipal com a valorização da cultura popular, incentivando a criação artística e promovendo espaços de expressão para compositores da região.
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