Com a elevação dos riscos cibernéticos e a ampliação da dependência tecnológica, a procura por certificações de segurança da informação tem aumentado de forma consistente entre profissionais e organizações. Um relatório global da ISACA aponta que 63% das empresas enfrentam dificuldade para preencher vagas técnicas na área, o que tem impulsionado a busca por exames internacionais que validam competências específicas.
Entre as certificações mais procuradas, estão CompTIA Security+, Certified Ethical Hacker (CEH), ISO 27001 Lead Auditor, CISSP e CCISO, cada uma voltada a níveis distintos de maturidade profissional. Especialistas explicam que a escolha do exame depende do estágio de carreira, já que algumas certificações introduzem conceitos fundamentais, enquanto outras exigem experiência comprovada e domínio de práticas avançadas.
Segundo dados recentes da (ISC)², certificações como CISSP e CCISO registraram crescimento significativo na demanda em 2024, reflexo do aumento de funções estratégicas em segurança dentro das empresas. Esses exames, porém, exigem preparo contínuo, domínio conceitual e compreensão prática dos controles de segurança.
Para Dsario Caraponale, porta-voz técnico da Strong Security Brasil, o processo de preparação deve considerar estudo aprofundado, orientação especializada e análise prévia dos requisitos de cada exame. Ele destaca que muitos profissionais enfrentam dificuldade por não conhecerem o escopo completo das certificações. “A preparação estruturada e o domínio das bases técnicas são fatores determinantes para a obtenção de certificações de segurança da informação”, afirma.
Simulados, estudos dirigidos e contato com conteúdos atualizados são apontados como recursos essenciais, especialmente para certificações que envolvem provas de longa duração ou que utilizam bancos de questões adaptativas. Além disso, guias oficiais e exames práticos contribuem para familiarizar o candidato com o formato da avaliação.
De acordo com dados de mercado, a manutenção de certificações também se tornou parte relevante do crescimento profissional. Em exames como o CISSP, por exemplo, é necessário cumprir créditos anuais de educação continuada para manter a credencial ativa, o que tem incentivado a participação em cursos, eventos e atualizações periódicas.
Analistas destacam que a crescente adoção de padrões internacionais pelas empresas brasileiras reforça a importância da qualificação contínua. Com a evolução das ameaças cibernéticas e a expansão da digitalização, as certificações tornaram-se não apenas um diferencial competitivo, mas um requisito para posições estratégicas e operacionais em segurança da informação.
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