Será que a volta total ao presencial é o destino inevitável das empresas brasileiras? Enquanto grande parte das corporações reestrutura seus modelos de trabalho, o will bank segue com o modelo 100% remoto. Esta escolha não é uma simples política de flexibilidade, mas a base de uma operação que inverte a lógica do mercado: o banco tem mais de 61% dos seus profissionais vivendo fora de São Paulo e espalhados por 21 estados. A decisão do formato remoto demonstra uma estratégia voltada à descentralização de talentos e à ampliação das oportunidades de contratação em diferentes regiões do país.
O modelo de trabalho atua como um motor de desenvolvimento regional, quebrando a dependência das grandes capitais. Historicamente, profissionais de regiões como o Norte e Nordeste precisavam se mudar para o eixo Rio-São Paulo em busca de melhores empregos, um fluxo de talentos que impõe um alto custo afetivo e freia o crescimento das comunidades de origem. Com pessoas distribuídas por 21 estados, o banco mantém a renda e a inovação em suas cidades, valorizando o indivíduo e permitindo que ele avance na carreira sem precisar se afastar de sua família e sua cultura.
"Acreditamos que o talento está em todo o país, e a diversidade cultural é a nossa maior fortaleza de negócio", afirma Luiza Gomide, CHRO do will bank. "Nosso modelo rompe barreiras geográficas, oferecendo as mesmas condições de crescimento para profissionais de qualquer lugar e permitindo que o will bank seja um verdadeiro reflexo do Brasil que ele atende". Ao abrir espaço para talentos de outras regiões, a empresa combate a concentração de vagas, especialmente em tecnologia, que ainda se limita, em sua maioria, ao Sudeste.
Deste quadro, que triplicou entre 2020 e 2025, 11% dos profissionais estão na região Nordeste. Leonardo Silva, de Salvador (BA), que atua no time de Marketing de Produto, é um exemplo desse impacto. "Ter um trabalho em uma grande empresa sem precisar sair da minha cidade é algo transformador. Consigo participar de projetos estratégicos, crescer profissionalmente e, o mais importante, continuar perto da minha família. Essa possibilidade faz toda a diferença", conta ele.
A força do will bank reside em transformar essa diversidade geográfica em um ativo de negócio. A distribuição de talentos garante que a equipe tenha um profundo entendimento cultural e regional de quem está do outro lado, o que se traduz em um atendimento profundamente personalizado. O conhecimento linguístico local permite, por exemplo, treinar a inteligência artificial da instituição para interagir com o sotaque e as expressões exatas da região do cliente. Essa autenticidade cria uma conexão imediata, humanizando a tecnologia e elevando a qualidade da experiência de atendimento.
Apesar de ser totalmente à distância, o will bank entende que o trabalho precisa ser moldado pela escolha do profissional. Considerando essa liberdade, a instituição mantém escritórios em São Paulo e Vitória que funcionam como espaços de convivência e integração.
"O will estimula ativamente a união e o engajamento de diversas formas. Isso inclui programas digitais como o Tô de Olho e encontros presenciais esporádicos, além da atuação dos grupos de afinidade", complementa Luiza Gomide. Afrowill, Queerwill, Wcds e Willgualdade são algumas das iniciativas que promovem esse diálogo e integração contínua. "Criamos diferentes canais e formatos de nos aproximar, físico e online. Somos uma pluralidade de oportunidades", conclui a CHRO.
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