O Governo de São Paulo entregou 88,4 mil moradias em todo o estado desde janeiro de 2023. Com isso, uma média de quase 70 famílias por dia conquistaram a casa própria desde lá . Além disso, outras 115,2 mil unidades estão em produção, ultrapassando a meta de 200 mil entregues em quatro anos. O investimento total foi de R$ 9 bilhões, valor que supera o total investido nos oito anos anteriores, de 2015 a 2022.
Além da produção e entrega de casas, a política habitacional do Governo de São Paulo também inclui a regularização fundiária . Desde 2023, foram mais de 155 mil casas, apartamentos e lotes regularizados em todo o estado. A medida traz segurança jurídica para as moradias, possibilitando acesso a crédito, venda formal do imóvel, transferência a herdeiros e maior proteção patrimonial.
O Casa Paulista, programa de habitação do Estado de São Paulo, também possui outras modalidades de atendimento. Por exemplo, o Governo atende famílias com renda de até três salários mínimos com subsídios para a compra do primeiro imóvel. Há também modalidades de financiamento por meio de cartas de crédito.
Além dessas linhas, há atendimento provisório por meio de auxílios, reformas em casas já existentes e obras de qualificação urbana no entorno dos bairros. Na prática, a política habitacional atua tanto sobre a falta de moradia quanto sobre a insegurança jurídica, a inadequação das casas e a precariedade urbana.
Outro marco na política habitacional do Governo de São Paulo foi o trabalho desenvolvido na Favela do Moinho. O espaço caracterizava-se como sendo de alta vulnerabilidade, tinha histórico de incêndios além de estar sob a influência do crime organizado.
Após ações de segurança e de habitação, o Governo de São Paulo combateu o crime na região e garantiu moradia digna às famílias. Ao todo, o Governo de São Paulo realizou 948 mudanças, sendo que 627 famílias já foram para moradias definitivas .
O espaço originalmente na Favela do Moinho será transformado em um parque público e a estação de trem que passa por lá será reformada. O projeto integra a revitalização do centro da capital. A operação de retirada dos moradores envolveu o escritório de atendimento da CDHU, cadastro das famílias, encaminhamento para novos imóveis e auxílio-moradia durante o período da mudança.
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