O estado de São Paulo criou mais de 215 mil oportunidades de emprego com carteira assinada nos primeiros cinco meses do ano, o equivalente a quase 1,5 mil vagas por dia. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Em maio, foram quase 20 mil vagas de emprego formais criadas. No acumulado de 12 meses, São Paulo criou mais de 210 mil oportunidades de trabalho.
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Assim, o estado criou 28% do total de vagas com carteira assinada do país em cinco meses, 25% em maio e 22% em 12 meses. Os números consolidam São Paulo como o estado que tem maior saldo de vagas do país, além de criar 58% dos empregos na região Sudeste de janeiro a maio.
Em todos os períodos, houve crescimento na criação de vagas de emprego no estado: 0,12% em maio e 1,5% em cinco meses e no acumulado de 12 meses.
Maio: 18.224
5 meses: 215.924
12 meses: 212.051
Maio: 72.960
5 meses: 767.326
12 meses: 973.285
Maio: 45.873
5 meses: 371.985
12 meses: 366.805
Em maio, São Paulo teve também o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.673,15, seguido por Distrito Federal (R$ 2.565,86), Santa Catarina (R$ 2.438,87) e Rio de Janeiro (R$ 2.357,47). A valorização dos trabalhadores paulistas é impactada por fatores como o salário mínimo paulista fixado pelo Governo de São Paulo para o Estado, que alcançará quase 50% de valorização nesta gestão com o valor R$ 1.874 em 2026.
O salário de admissão de São Paulo é 12% maior que do Brasil (R$ 2.384,10). O Sudeste foi a região com maior valor no país (R$ 2.528,82).
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O setor de serviços foi o que mais criou vagas em maio – total de 15.063. Dentro do setor se destacam Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (5.122), Transporte, armazenagem e correio (4.380) e Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3.556).
Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura vem em seguida, com 4.553.
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