A Polícia Militar de São Paulo (PMESP) anunciou planos para criar uma “Fábrica de Inteligência Artificial”, com o objetivo de desenvolver soluções tecnológicas para otimizar operações internas e reforçar a segurança pública.
De acordo com o pré-projeto, a iniciativa visa centralizar a criação, o treinamento e a aplicação de modelos de IA , que ajudarão desde o planejamento estratégico até ações de campo, utilizando dados integrados e algoritmos capazes de oferecer respostas rápidas e precisas às demandas operacionais.
Para isso, a “fábrica” será equipada com uma infraestrutura de alto desempenho, voltada para o processamento de grandes volumes de dados, treinamento de modelos e integração com sistemas já utilizados pela corporação.
A iniciativa funcionará como um centro de pesquisa e desenvolvimento contínuo, onde policiais e técnicos trabalharão juntos para aprimorar soluções de IA, com foco em prevenção de crimes, análise preditiva, reconhecimento de padrões e apoio à tomada de decisões.
Além do uso interno, existe potencial de colaboração entre a PM e universidades, centros de pesquisa e empresas do setor tecnológico. Para isso, a corporação pretende garantir que a fábrica opere com elevados padrões de segurança cibernética e em conformidade com as legislações de proteção de dados, assegurando a soberania e a confidencialidade das informações tratadas.
Com a aplicação dessas novas tecnologias na segurança pública, também é preciso garantir que não sejam produzidos e reproduzidos vieses e preconceitos algorítmicos, por meio dos quais discriminações presentes na sociedade são incorporadas pelas máquinas, resultando na perpetração de prejuízos contra determinados grupos da população.
O evento para apresentação do pré-projeto, esclarecimento de dúvidas e coleta de contribuições técnicas será realizado no Auditório do 1º andar da Universidade Nove de Julho (Uninova), Unidade Vergueiro, na próxima segunda-feira, 18, às 9h.
Com o investimento na iniciativa, a PMESP tem como objetivo modernizar a corporação e tornar a inteligência artificial um recurso estratégico e permanente. A implantação será feita em etapas, com a aquisição de infraestrutura, capacitação de pessoal e desenvolvimento de projetos-piloto antes da expansão para um uso pleno.
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