A mobilidade urbana e as transformações na infraestrutura de transporte têm se tornado fatores decisivos na eficiência das viagens corporativas. Novos acessos a aeroportos, linhas de metrô, rotas alternativas e serviços de deslocamento podem alterar o tempo de trajeto, os custos e até o bem-estar dos colaboradores. Apesar disso, muitas empresas e viajantes ainda mantêm hábitos antigos, repetindo trajetos já conhecidos sem considerar mudanças recentes que poderiam gerar economia de tempo e dinheiro.
Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) realizado em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte mostra que a mobilidade urbana segue sendo um dos principais gargalos das grandes cidades, com notas médias abaixo de 5,5 numa escala de 0 a 10. Mais de 60% da população classificou o transporte como ruim ou regular, evidenciando que o tema exige atenção de gestores públicos e também das empresas que dependem de deslocamentos eficientes.
De acordo com Thiago Marteletto, diretor da Live Viagens, acompanhar essas alterações é essencial para a gestão estratégica de viagens. "Mudanças em mobilidade urbana e infraestrutura impactam diretamente a eficiência das viagens corporativas, porque influenciam tempo de deslocamento, custos, previsibilidade e experiência do colaborador", afirma.
"Um trajeto que antes era mais caro ou demorado pode deixar de ser a melhor opção, enquanto uma nova linha de transporte pode trazer economia de tempo e redução de custos. Para as empresas, isso significa mais eficiência logística e decisões mais inteligentes sobre deslocamento", acrescenta o executivo.
O tempo de deslocamento também é apontado como fator crítico para a produtividade. "Viagens mal planejadas podem gerar atrasos, períodos ociosos, cansaço e estresse. Quando a logística é bem estruturada, o colaborador ganha mais previsibilidade e condições melhores para focar no objetivo profissional da viagem", ressalta.
Segundo Marteletto, a eficiência das viagens corporativas não depende apenas da compra de passagens ou reservas de hotéis, mas de toda a jornada do colaborador. "Passagem e hospedagem são partes importantes, mas não suficientes. É preciso considerar deslocamentos internos, tempo entre compromissos, acesso a aeroportos, opções de transporte, custos indiretos e segurança", observa.
Crescimento das viagens corporativas
Apesar dos desafios de mobilidade, o setor de viagens corporativas segue em expansão. Dados divulgados pelo Ministério do Turismo, com base em estudo da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), mostram que o segmento movimentou R$ 12,7 bilhões entre janeiro e novembro de 2025, registrando crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior.
O levantamento aponta que os serviços aéreos representaram 55% do faturamento, enquanto a hotelaria cresceu mais de 16% em novembro de 2025 e ampliou sua participação para 32,5% das despesas.
Esses números reforçam o papel estratégico das viagens corporativas para o turismo de negócios no Brasil e evidenciam que, diante de um mercado em expansão, a eficiência logística se torna ainda mais relevante para empresas que buscam otimizar custos e agendas.
Para incorporar uma visão mais estratégica, Marteletto recomenda que as empresas tratem a logística como parte da estratégia da viagem, e não apenas como uma etapa operacional. "Isso envolve acompanhar mudanças em mobilidade, revisar rotas utilizadas, avaliar custos recorrentes e considerar alternativas mais eficientes. Também é importante contar com parceiros especializados que acompanhem o mercado e ajudem a transformar essas informações em decisões práticas."
Nesse sentido, a Live Viagens atua como parceira estratégica dos clientes. "Nosso papel é orientar as empresas na escolha das melhores alternativas, considerando custo, tempo, segurança, conforto e produtividade. Mais do que emitir passagens ou reservar hospedagens, apoiamos em decisões mais inteligentes para que cada viagem gere valor real para o negócio", conclui.
Para saber mais, basta acessar: https://www.liveviagens.com.br/
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