Em um cenário global atravessado por crises climáticas, instabilidade regulatória e aceleração tecnológica, o ESG — sigla para Ambiental, Social e Governança, em português — deixa de ocupar um papel apenas reputacional para se firmar como eixo estratégico nas empresas. Nesse contexto, segundo estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) "Global Compact-Accenture", na página 5, 88% dos CEOs afirmam que o caso de negócios para a sustentabilidade é hoje mais forte do que há cinco anos, e 99% pretendem manter ou ampliar seus compromissos na área.
O documento aponta, na mesma página, um ambiente global marcado por governança fragmentada, crises em intensificação e avanços tecnológicos acelerados. Nesse contexto, líderes buscam equilibrar demandas imediatas dos negócios com estratégias de longo prazo, convertendo metas ambiciosas em ações concretas. Ainda assim, 90% dos CEOs recomendam que seus sucessores mantenham os investimentos em sustentabilidade.
A coordenação entre setor privado e governos surge como ponto crítico. Apenas 35% das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estão no caminho certo, e 2024 marcou o primeiro ano em que o limite de 1,5°C do Acordo de Paris foi ultrapassado. Nesse cenário, 92% dos CEOs defendem que uma governança global forte e o alinhamento de políticas são essenciais para o avanço da agenda de sustentabilidade.
Em meio à crescente cobrança por resultados verificáveis, iniciativas como o LAQI Impact Summit – Brazil 2026, realizado em maio pelo Latin American Quality Institute (LAQI), ganham relevância no debate corporativo ao aproximar discurso e prática. Para o fundador e principal executivo da LAQI, Daniel Maximilian Da Costa, o encontro funciona como um espaço de validação.
"O LAQI Impact Summit – Brazil 2026 é o encontro onde empresas que praticam Responsabilidade Total mostram evidências, trocam métodos e saem reconhecidas. Nesse ambiente, a Certificação Q-ESG se torna uma prova pública em blockchain", afirma.
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