De acordo com artigo publicado pela Medway, a inflamação é um mecanismo fundamental de defesa do organismo frente a formas de agressão, como infecções, traumas e agentes químicos. No entanto, quando esse processo se torna persistente ou desregulado, configura-se a inflamação crônica, condição associada a falhas no reparo tecidual e a diversas doenças. Fadiga constante, inchaço abdominal, névoa mental e pele sem viço, são alguns dos sintomas desta condição.
O que para muitas pessoas parecem sinstomas inevitáveis na correria do dia a dia, para a nutricionista e influenciadora digital Cristiana Lima, são alertas silenciosos de que o organismo está em estado inflamatório. "A inflamação crônica raramente se manifesta como uma dor aguda. Ela age de forma sutil, comprometendo a qualidade de vida antes mesmo de ser reconhecida", afirma a especialista.
Cristiana aponta que a alimentação, a partir de efeitos na microbiota intestinal ou por sua composição direta, pode regular o estado inflamatório do organismo. Isso porque, "quando sua microbiota está em desequilíbrio, as paredes intestinais tornam-se mais permeáveis, permitindo que substâncias inflamatórias alcancem a corrente sanguínea". Para a influenciadora, "cada escolha alimentar funciona como uma mensagem enviada diretamente às células do organismo". Açúcares refinados, gorduras trans, farinhas brancas e aditivos químicos presentes em ultraprocessados mantêm o sistema imunológico em alerta permanente, terreno fértil para a inflamação prosperar.
Como aponta a endocrinologista Dra. Andréia Latanza, alimentos pró-inflamatórios aumentam os níveis de TNF, IL-6, leptina e PCR, reduzem o nível de adiponectina e pioram o perfil lipídico, predispondo as pessoas a doenças cardiovasculares como AVC e infarto. Nesse sentido ambas as profissionais indicam evitar carne vermelha, carnes processadas, carne de órgãs, carboidratos refinados, refrigerantes e bebidas adoçadas, preferindo alimentos como folhas verdes, legumes amarelos, grãos inteiros, frutas, nozes, chás ricos em antioxidantes, polifenóis, carotenóides, ômega 3 e fibras.
No campo dos aliados anti-inflamatórios, a criadora de conteúdo destaca especiarias como cúrcuma e gengibre, frutas vermelhas ricas em antioxidantes, fibras prebióticas presentes na chia e na aveia, além dos derivados do coco. Rico em ácido láurico, convertido no organismo em monolaurina, substância com propriedades antibacterianas e antivirais, e em triglicerídeos de cadeia média (TCM), o coco ocupa uma posição singular na culinária anti-inflamatória, segundo Cristiana. Os TCMs são convertidos rapidamente em energia pelo fígado, oferecendo, nas palavras dela, "combustível limpo para o cérebro e para o metabolismo, sem os picos de insulina causados por carboidratos refinados".
Nesse contexto, a Copra, marca alagoana especialista no beneficiamento do coco seco, se posiciona como uma aliada na construção de uma rotina alimentar mais equilibrada. A empresa reúne um portfólio com mais de 100 produtos à base de coco, todos livres de glúten, lactose e açúcar adicionado. Ingredientes como óleo de coco extravirgem, leite de coco e TCM podem ser incorporados de forma prática no dia a dia, contribuindo para uma alimentação mais natural e menos dependente de ultraprocessados. Para Cristiana Lima, a consistência é o fator-chave nesse processo. "Não se trata de mudanças radicais, mas de escolhas possíveis e sustentáveis ao longo do tempo", afirma.
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