As obras de derrocamento no canal de Nova Avanhandava, no rio Tietê (SP), avançam e têm conclusão prevista para o mês de junho, devendo ampliar a capacidade de navegação na hidrovia Tietê-Paraná. Com investimento de R$ 293,8 milhões, a intervenção vai aumentar a eficiência do transporte de cargas, reduzir custos logísticos e garantir maior previsibilidade operacional ao longo do ano.
Realizada em parceria entre o Ministério de Portos e Aeroportos, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Governo de São Paulo, a obra prevê o aprofundamento do canal em 3,5 metros ao longo de 16 quilômetros.
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a obra fortalece uma rota estratégica para o escoamento da produção nacional. “Essa é uma intervenção estruturante, que amplia a capacidade da hidrovia, reduz custos logísticos e fortalece a competitividade do país, ao mesmo tempo em que promove um transporte mais eficiente e sustentável”, afirmou.
A remoção de aproximadamente 552 mil metros cúbicos de rocha no trecho, responsável por movimentar cerca de 2,5 milhões de toneladas em 2023, vai permitir a navegação de comboios maiores e mais regulares ao longo do ano, inclusive em períodos de estiagem.

Rota estratégica
A hidrovia Tietê-Paraná conecta regiões produtoras do Centro-Oeste e Sudeste ao Porto de Santos e é estratégica para o transporte de cargas como soja, milho e insumos. O derrocamento em Nova Avanhandava amplia a capacidade de navegação com a remoção controlada de rochas submersas, realizada com monitoramento ambiental e sem interrupção das operações.
Com o aprofundamento do canal, será possível transportar maiores volumes por viagem, reduzindo custos e aumentando a competitividade do modo hidroviário. A intervenção também favorece a migração de cargas para o transporte aquaviário, mais eficiente e com menor emissão de gases de efeito estufa.
Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a obra integra a estratégia de fortalecimento das hidrovias. “Estamos promovendo melhorias que aumentam a eficiência logística e contribuem para uma matriz de transporte mais sustentável”, concluiu.
Na prática, a medida contribui para reduzir custos no transporte de mercadorias, ampliar a oferta de produtos e estimular o desenvolvimento econômico nas regiões atendidas.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
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