Geral São Paulo

Polícia prende 19 integrantes de facção criminosa na região de Ribeirão Preto

Operação conduzida com apoio do Ministério Público também prendeu mais dois suspeitos por tráfico de drogas

08/04/2026 16h13
Por: Redação Fonte: Secom SP
A operação contou com a participação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. Foto Governo SP
A operação contou com a participação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. Foto Governo SP

Uma operação da Polícia Civil realizada nesta quarta-feira (8) prendeu 19 integrantes de uma organização criminosa que atuava na região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. De acordo com a corporação, eles faziam a função de “disciplinas” da facção, impondo as leis do crime e garantindo o seu cumprimento. Outros dois suspeitos foram detidos em flagrante por tráfico de drogas.

Ao todo foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e 26 de prisão preventiva nas cidades de Ribeirão Preto, Ituverava, Monte alto, Brodowski, Araraquara, Ibaté, Taquaritinga, Itápolis, Guariba, Américo Brasiliense, Cravinhos e Uberlândia, em Minas Gerais.

A operação Lex Inversa foi realizada pelo Setor Especializado de Combate aos Crimes de Corrupção, Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro (Seccold), do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 3, com participação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

A apuração realizada há um ano pela unidade de inteligência da Polícia Civil analisou a atuação dos investigados na facção, que conduziam “tribunais do crime” para pessoas que descumprissem ordens impostas pela organização criminosa.

Do total de presos, 18 foram decorrentes de mandados de prisão preventiva. Outros três foram detidos em flagrante durante a operação por tráfico de drogas. Os policiais descobriram que uma das presas em flagrante também atuava como “disciplina” da facção.

Segundo a Polícia Civil, quase todos os detidos possuem reincidência criminal. Um deles já tinha cumprido pena por homicídio. Os casos estão sendo registrados na Seccold como tráfico de drogas e crime de integrar ou constituir organização criminosa.

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