O senador Izalci Lucas (PL-DF), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (6), apontou possíveis irregularidades no Banco de Brasília (BRB) e criticou a condução de recursos públicos no Distrito Federal. Segundo o parlamentar, há indícios de falhas na fiscalização interna, relatos de pressão sobre servidores e questionamentos sobre operações financeiras realizadas pela instituição, além de cobrar providências das autoridades responsáveis.
—Dentro do próprio BRB, que é o banco aqui de Brasília, uma superintendente decompliance, da área que deveria fiscalizar, admite que tinha gente levando dinheiro. E o que foi feito? Nada. Não teve investigação, não teve apuração, não teve transparência. E não para por aí. Funcionários relatam pressão, assédio e gente adoecendo, trabalhando à base de remédio; enquanto isso, segundo relatos internos, tinha gente levando dinheiro. Um banco público, com servidor adoecendo e dinheiro sumindo— afirmou.
Izalci também mencionou apurações envolvendo o banco, incluindo auditorias internas e investigações por órgãos de controle, e questionou decisões relacionadas ao uso de patrimônio público. De acordo com o senador, propostas que envolvem a utilização de imóveis do Distrito Federal em operações financeiras podem afetar estruturas administrativas e gerar despesas futuras para o poder público.
—Isso é coincidência? Não, isso é método; método de gestão, método de decisão, método de poder. Um método que coloca interesse na frente da responsabilidade; um método que troca controle por conveniência; um método que usa um banco público para fazer negócio de interesse privado— disse.
Senado Federal CRE vai apoiar medidas contra tarifaço dos EUA, afirma Trad
Senado Federal Nova lei oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço
Senado Federal Das pioneiras à Copa de 2027: os avanços do Senado no esporte feminino
Senado Federal Nova lei atribui natureza alimentar aos honorários advocatícios
Senado Federal Em mundo instável, Senado aprovou acordos e ampliou intercâmbios do país
Senado Federal Justiças do Trabalho e Federal poderão receber R$ 21,5 milhões em crédito