O programa estadual de Auxílio-Aluguel para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica no estado de São Paulo atendeu 5.247 mulheres entre março de 2025 e fevereiro de 2026. É o que aponta a Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS). O programa atende municípios de diferentes portes e regiões.
A maior parte das mulheres atendidas tem entre 30 e 39 anos (2.002, o equivalente a 38,8% do total). Em seguida, estão as mulheres de 40 a 49 anos, que somam 1.321 beneficiárias, representando 25,6%, e entre 20 e 29 anos, com 1.241 atendidas, o que corresponde a 24,0%.
Somadas, as mulheres entre 20 e 39 anos totalizam 3.243 beneficiárias, ou 62,8% do público atendido. O dado indica que o programa alcança majoritariamente mulheres em idade produtiva, etapa da vida em que a autonomia financeira é elemento central para romper o ciclo da violência e reconstruir trajetórias pessoais e familiares. Há ainda presença significativa de mulheres com filhos, o que reforça o alcance social ampliado da iniciativa.
A lista das primeiras cidades que aderiram ao programa inclui municípios do interior e do litoral paulista, de pequeno e médio porte, reforçando a interiorização da política de proteção às mulheres e o fortalecimento da rede municipal de assistência social como porta de entrada para o benefício. Até este mês, 585 municípios aderiram ao benefício.
Criado pelo Governo do Estado de São Paulo, o auxílio-aluguel consiste em uma ajuda de custo mensal de R$ 500, paga por seis meses, com possibilidade de renovação por igual período. O objetivo é contribuir para a autonomia e o fortalecimento dos direitos de mulheres em situação de vulnerabilidade que tenham sido vítimas de violência doméstica.
“O Auxílio-Aluguel é uma ferramenta concreta de proteção e autonomia. Com ele, o Estado oferece às mulheres condições reais para romper o ciclo da violência, preservar a própria vida e reconstruir seus projetos com dignidade e segurança”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém.
Têm direito ao benefício mulheres que possuam medida protetiva expedida pela Justiça, residam no estado de São Paulo, estejam em situação de vulnerabilidade e cuja renda, até o momento da separação, não ultrapasse dois salários mínimos.
O cadastramento é realizado pela rede municipal de assistência social nos municípios que aderiram ao programa. Após análise e aprovação do pedido, o valor é disponibilizado por meio de Poupança Social no Banco do Brasil, diretamente às beneficiárias.
Além do apoio financeiro, a iniciativa articula a rede de direitos e as demais políticas públicas municipais, ampliando o acesso a serviços de proteção social, orientação e acompanhamento.
O SP Por Todas é um movimento promovido pelo Governo do Estado de São Paulo com o objetivo de ampliar a visibilidade das políticas públicas voltadas às mulheres, fortalecendo a rede de proteção, acolhimento e promoção da autonomia profissional e financeira. As iniciativas e orientações estão disponíveis no site oficial do programa: https://www.spportodas.sp.gov.br/sp-por-todas .
São Paulo Governo de SP leva leva Ônibus SP Por Todas e reforça políticas para mulheres na Agrishow
São Paulo No Dia da Educação, Governo de São Paulo anuncia data de pagamento de bônus para 188 mil profissionais da rede estadual
Geral MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais
Geral Frente fria provoca chuvas e queda de temperatura no centro-sul
São Paulo Previsão do tempo para terça-feira (28) em SP: dia começa com tempo instável
São Paulo Caminho da Capacitação abre inscrições para cursos gratuitos nas regiões de Registro e Itapeva