Um casal de macacos-bugio e um filhote foram soltos no Núcleo Pedra Grande do Parque Estadual da Cantareira, na zona norte da capital paulista, em um esforço para recuperar a população da espécie, que foi fortemente impactada pelo surto de febre amarela silvestre que atingiu a região entre 2017 e 2018.
A ação é uma parceria da Fundação Florestal, órgão da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo, com a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente da prefeitura da capital, além de órgãos ambientais e de saúde.
O casal de bugios retorna à natureza após três anos em observação no Centro de Manejo e Conservação de Animais Silvestres, local para onde são levados animais resgatados e reabilitados.
Ao longo dos últimos dois anos, desde o início do programa, já foram reintroduzidos 23 bugios na região. Após a soltura, os animais são acompanhados por pelo menos três anos por meio de colares de radiofrequência, que indicam a localização dos grupos, além do uso de drones térmicos, quando necessário.
“O bugio-ruivo desempenha um papel crucial como dispersor de sementes, contribuindo para a regeneração e diversidade das florestas. Ele também atua como bioindicador da qualidade ambiental, especialmente nos remanescentes da Mata Atlântica”, explica o biólogo e especialista em ecologia da Fundação Florestal, Edson Montilha.
Além disso, a população de macacos auxilia no monitoramento do vírus da febre amarela, permitindo que medidas emergenciais de vigilância epidemiológica, manejo ambiental e proteção da saúde pública sejam adotadas de forma preventiva.
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