O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) anunciou novos investimentos voltados ao fortalecimento da infraestrutura aeroportuária regional no Nordeste. Os recursos fazem parte da nova carteira pública de empreendimentos para o ciclo de 2026/2027 estimada em quase R$ 1,8 bilhão. No recorte regional, o Nordeste contará com R$ 424,2 milhões.
Entre as ações previstas estão a elaboração de estudos e projetos básicos para os Aeroportos de Feira de Santana (BA), novo aeroporto em Conde (BA) e Iguatu (CE). A instalação de estações meteorológicas será realizada em Patos (PB), Sobral (CE), Balsas (MA) e Gurupi (TO). Além disso, verbas já estão destinadas para obras e melhorias da infraestrutura nos terminais de Barra do Corda (MA), Bacabal (MA), Santa Inês (MA), Picos (PI) e Ilhéus (BA).
“Estamos estruturando uma carteira robusta, que prepara os aeroportos regionais para crescer com segurança, eficiência e foco no desenvolvimento das cidades”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.
Já o secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, destacou a importância do planejamento prévio. “Ao investir em estudos e projetos, ganhamos agilidade na execução das obras e asseguramos intervenções mais adequadas. A adoção de metodologias como o BIM reforça esse processo, ao integrar informações técnicas, custos e prazos, reduzindo riscos, aumentando a eficiência e elevando a qualidade das entregas”, explicou.
Investimentos regionais
A nova carteira pública de investimentos em aeroportos regionais prevê 34 novos empreendimentos em 31 aeroportos, distribuídos por 16 estados. Um dos destaques desse programa é a adoção da Metodologia BIM (Building Information Modelling) em cerca de 65% dos projetos, em consonância com a Estratégia BIM BR e com a Lei nº 14.133 de 1º de abril de 2021, que rege as novas contratações públicas.
A metodologia BIM é uma forma de planejar, projetar, construir e gerenciar obras com base em modelos digitais inteligentes que reúnem, em um único ambiente, todas as informações físicas e funcionais de uma edificação ou infraestrutura. Diferentemente dos projetos tradicionais em 2D, o BIM integra dados como dimensões, materiais, custos, prazos e manutenção, permitindo maior colaboração entre os envolvidos, redução de erros e a melhor tomada de decisões ao longo de todo o ciclo de vida do empreendimento.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
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