O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.
Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil.
A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) , a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social .
Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador.
“Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado.
O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário.
Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Câmara Comissão aprova uso de dinheiro apreendido do tráfico para obras de saneamento básico
Câmara Comissão aprova apoio do Fundo Nacional do Esporte ao paradesporto
Câmara Comissão aprova programa de estímulo ao empreendedorismo para pais e responsáveis de pessoas com deficiência
Câmara Comissão aprova pensão de R$ 3 mil para colonos levados à Amazônia na ditadura
Câmara Debate sobre microcrédito destaca importância da educação financeira
Câmara Comissão aprova medidas para garantir abastecimento de água em períodos de seca Mín. 18° Máx. 29°
Mín. 18° Máx. 27°
ChuvaMín. 17° Máx. 27°
Chuva