Em 2026 o turismo de São Paulo deverá manter sua trajetória de expansão e consolidação na movimentação de turistas. É o que apontam os cálculos feitos pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP).
As projeções indicam crescimento real do PIB do turismo paulista de +3,3% em relação a 2025, o que significa que este deverá alcançar R$ 369 bilhões ao final de 2026. Com esse desempenho, a participação do setor na economia do estado poderá chegar a até 9,9% do PIB estadual, mantendo crescimento acima da média projetada para a economia paulista no período.
O fluxo total de turistas deve atingir 52,9 milhões em 2026, avanço de +2,7% na comparação anual. Desse total, o turismo internacional deverá alcançar cerca de 2,9 milhões de visitantes, reforçando a tendência de expansão observada nos últimos anos e consolidando São Paulo como o principal ponto de entrada de turistas estrangeiros no Brasil. O turismo doméstico segue sustentado pelo turismo de proximidade, pelo calendário ampliado de feriados e pela diversificação da oferta turística no estado.
No transporte aéreo, o movimento acompanha a expansão do setor. O hub formado pelos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos deverá registrar 87 milhões de embarques e desembarques, alta de +3,5%, reforçando o papel de São Paulo como principal centro logístico do turismo no país e principal porta de entrada do fluxo internacional.
São Paulo Chuva intensa provoca alagamentos em Sorocaba e Defesa Civil reforça alerta para temporais no domingo (8)
São Paulo Governo de São Paulo inaugura a maior planta de biometano do Brasil em Paulínia
São Paulo Rota da Água: Governo de SP lança pacote de saneamento para 11 municípios e entrega nova Estação de Tratamento de Esgoto em Paulínia
São Paulo Pesquisadores identificam ‘assinatura neuroimune’ que pode prever complicações da hepatite
São Paulo Estresse na adolescência provoca alterações cerebrais duradouras, aponta estudo
São Paulo Etecs agrícolas se transformam em polos de produção queijeira