A publicação da Resolução GECEX nº 856 no Diário Oficial da União marcou uma nova fase para o setor siderúrgico e para a cadeia da construção civil e industrializada no Brasil. A norma estabelece a aplicação, no âmbito do direito antidumping, de um decreto definitivo sobre as importações de aços laminados planos revestidos originários da China, com vigência de até cinco anos.
A medida, aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (GECEX), combate práticas de concorrência desleal e o excesso de capacidade produtiva externa, ao mesmo tempo em que favorece a indústria nacional, fortalecendo a adoção de materiais produzidos nos padrões técnicos e normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Nesse novo cenário regulatório, a Barbieri do Brasil consolida seu posicionamento como fornecedora de soluções para a construção industrializada com foco em previsibilidade, conformidade técnica, rastreabilidade e estabilidade de fornecimento.
"Essa resolução traz mais equilíbrio ao mercado e corrige distorções históricas causadas pela concorrência baseada em dumping. Para empresas estruturadas no mercado nacional, como a Barbieri do Brasil, o impacto é positivo porque fortalece uma cadeia produtiva mais técnica, segura e previsível para toda a construção industrializada", afirma André Rossi, gerente de Desenvolvimento e Novos Negócios da Barbieri do Brasil.
A resolução impõe uma sobretaxa residual máxima de US$ 645,49 por tonelada para mais de 170 empresas chinesas exportadoras, elevando o custo do aço importado e alterando a dinâmica de competitividade no setor. O impacto atinge diretamente insumos como aços galvanizados (GI/EG), galvalume (Al-Zn) e pré-pintados (PPGI/PPGL), amplamente utilizados em sistemas como Steel Frame, drywall, fachadas metálicas e soluções industrializadas.
Segundo André Rossi, a mudança também amplia a segurança técnica das obras. "Quando o mercado passa a priorizar fornecedores nacionais, dentro das normas técnicas brasileiras, toda a cadeia ganha: projetistas, construtoras, incorporadoras e o consumidor final. Isso significa mais controle de qualidade, rastreabilidade, desempenho dos materiais e redução de riscos técnicos nas obras", destaca.
A Barbieri do Brasil utiliza aço de origem nacional fornecido pela ArcelorMittal, uma das principais siderúrgicas do país e integrante do grupo de empresas que lideraram o pedido de regularização do mercado por meio da aplicação das medidas antidumping.
"Nosso modelo de operação não depende da volatilidade do mercado chinês. Trabalhamos com parceiros consolidados, cadeia estruturada e fornecimento nacional. Isso garante previsibilidade para nossos clientes e segurança técnica para os projetos, independentemente de oscilações externas", completa Rossi.
Com a nova regulamentação, a Barbieri do Brasil reforça sua estratégia baseada em cadeia produtiva nacional, conformidade normativa, estabilidade de fornecimento e foco em desempenho técnico, consolidando seu posicionamento no mercado de construção industrializada e sistemas construtivos leves no Brasil.
Sobre a Barbieri do Brasil
A Barbieri do Brasil foi fundada em 2011 como uma empresa 100% brasileira, aproveitando a expertise da Barbieri Argentina — empresa familiar estabelecida em 1953, fabricante de perfis de aço galvanizado para drywall e estruturas para sistemas de light steel framing. A Barbieri do Brasil combina tecnologia de ponta internacional com um rigoroso padrão de qualidade, aliado a uma ampla distribuição em todo o território nacional. A empresa atua como hub exportador para Bolívia, Paraguai, Uruguai e América Central.
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