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Cresce a busca por empreendimentos child-friendly
Valorização de áreas verdes, espaços de convivência e mobilidade segura ampliam o olhar sobre moradias voltadas às famílias, características já presentes em projetos da Porte.
15/10/2026 15h20
Por: Redação Fonte: Agência Dino

A preocupação com o bem-estar das crianças vem ganhando espaço nas discussões sobre planejamento urbano e pode influenciar também a escolha de onde morar. Mais do que oferecer brinquedotecas e playgrounds, empreendimentos child-friendly consideram as necessidades da infância na organização dos espaços, na relação com a natureza e na conexão com o entorno. Uma revisão sistemática publicada pela Science Direct identificou sete componentes centrais para bairros mais adequados às crianças: brincadeiras, mobilidade ativa, serviços e equipamentos, espaços públicos, natureza, vínculo com o lugar e ambientes de aprendizagem.

O estudo também mapeou 14 fatores socioespaciais relacionados à experiência das crianças nos bairros, entre eles espaços formais e informais de brincadeira, segurança, acesso, serviços básicos, equipamentos recreativos, espaços públicos de vizinhança, comunidade, relação com outros seres vivos, qualidade ambiental e conforto, pertencimento, autonomia e participação, aprendizagem ao ar livre e ambiente doméstico e escolar. A análise estimou que, em 2025, 60% das crianças do mundo viviam em áreas urbanas, o que reforça a importância de planejar bairros e moradias que considerem as necessidades da infância.

A valorização de áreas verdes e de espaços de lazer também aparece nas pesquisas nacionais sobre escolha da moradia. Um levantamento da Brain Inteligência Estratégica apontou que 93% dos entrevistados consideram importantes ou muito importantes as áreas verdes nos condomínios. Já a pesquisa da Loft identificou que 65% dos entrevistados atribuíram notas 4 ou 5, em uma escala de 1 a 5, ao desejo de ter playground no imóvel ideal. Entre os entrevistados de 25 a 34 anos, o percentual chegou a 73,4%.

Embora o conceito child-friendly seja novo no mercado imobiliário, a criação de espaços que favorecem o desenvolvimento das crianças e sua relação com o entorno já se faz presente em diversos projetos da Porte. A construtora, com atuação voltada ao desenvolvimento urbano da Região Leste de São Paulo, é a responsável pelo Artem, empreendimento localizado no bairro Anália Franco, com mais de 30 opções de lazer e convivência, entre elas bosque privativo, horta, pista de skate, piscinas e quadra poliesportiva. Além do lazer interno, a localização estratégica ao lado do Parque CERET, do Shopping Anália Franco e da histórica Casa do Regente Feijó garante à família um estilo de vida cercado por natureza, conveniência e cultura.

O bosque e a horta do Artem permitem explorar uma dimensão do conceito child-friendly que vai além dos ambientes destinados exclusivamente às crianças. Possibilita o contato com a grama, espécies vegetais e animais que circulam pela área verde, transformando espaços cotidianos em oportunidades de descoberta. Além disso, o cultivo da horta traz para os moradores maior entendimento do ciclo dos alimentos e dos cuidados com a terra.

Essas propostas também aparecem em outros empreendimentos da Porte, como o Figueira e o Helen, no Altos do Tatuapé. No Figueira, a árvore de mesmo nome, preservada durante sua construção, ocupa lugar de destaque no projeto paisagístico se integrando às áreas de convivência. Além de contribuir para a presença da natureza no empreendimento, a árvore oferece sombra para momentos de lazer ao ar livre e cria um ambiente em que as crianças podem brincar e explorar o espaço. O residencial também conta com piscinas coberta e descoberta, quadra poliesportiva e brinquedoteca. Já o Helen reúne playground e brinquedoteca a estruturas compartilhadas, como piscinas, quadra poliesportiva e espaços de convivência, permitindo que diferentes gerações aproveitem dos mesmos espaços.

"Quando pensamos em espaços para crianças, precisamos olhar além das áreas de lazer. É importante criar ambientes em que elas possam explorar, brincar, conviver e desenvolver sua autonomia. No Figueira, por exemplo, a árvore faz parte dessa experiência: as crianças podem brincar à sombra da figueira, observar a natureza e compartilhar esses momentos com pais, avós e outros moradores. No Artem, o bosque e a horta também criam oportunidades de descoberta e aprendizado. São experiências que ajudam a construir uma relação com o lugar onde se vive", afirma Igor Melro, diretor comercial da Porte.

A proposta está relacionada à forma como a Porte entende a conexão entre os empreendimentos e os lugares onde estão inseridos. Mais do que oferecer espaços de lazer dentro dos condomínios, a ideia é considerar a relação dos moradores com o bairro e suas possibilidades de circulação, convivência e acesso a serviços. Nesse contexto, iniciativas como as fachadas ativas, que integram lojas e serviços ao nível da rua, também contribuem para aproximar os empreendimentos da dinâmica urbana.

Sob essa perspectiva, o conceito child-friendly amplia o olhar sobre o que torna uma moradia adequada às famílias. Além de ambientes destinados especificamente ao público infantil, entram nessa equação o contato com a natureza, as oportunidades de descoberta e convivência entre gerações e a relação com o entorno. A proposta é fazer com que brincar, aprender e explorar façam parte da vida cotidiana, dentro e fora dos espaços privados.

"Pensar em empreendimentos para as crianças é pensar também no futuro da cidade. Queremos que esses espaços ofereçam oportunidades para elas descobrirem o mundo ao redor, criarem vínculos com o lugar onde vivem e compartilharem experiências com outras gerações. Essa conexão amplia as possibilidades de vivências dentro e fora do empreendimento e contribui para uma relação mais próxima entre as famílias e a cidade", conclui Igor Melro, diretor comercial da Porte.