Servidores municipais de Mogi das Cruzes participaram, na quarta-feira (30), de uma ação voltada à conscientização sobre saúde mental, prevenção ao suicídio e valorização da vida. A programação ocorreu na Escola de Governo e Gestão e integrou as atividades relacionadas ao Setembro Amarelo.
Ação reuniu servidores na Escola de Governo
Batizada de “Cultivando o Cuidado”, a iniciativa foi promovida pela Subsecretaria de Gestão de Recursos Humanos, em parceria com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio (CIPA) e o Programa Livre.
O encontro abordou formas de identificar sinais de sofrimento emocional, medidas de cuidado, prevenção ao suicídio e a importância de procurar ajuda profissional diante de situações que exijam acompanhamento especializado.
A programação também abriu espaço para orientação e diálogo sobre a saúde mental tanto no ambiente de trabalho quanto na rotina pessoal dos servidores.
Atividade física, descanso e lazer entraram no debate
Durante a programação, o gestor executivo de Recursos Humanos, Sérgio Decaro, ressaltou que a prevenção envolve diferentes aspectos relacionados à qualidade de vida, entre eles atividade física, atenção à saúde mental, descanso adequado e momentos de lazer.
“E, sobretudo, é importante saber ainda reconhecer os sinais de alerta para, sempre que necessário, buscar a ajuda profissional”, afirmou Sérgio Decaro.
Especialistas discutiram fatores de risco e prevenção
A responsável pelo Programa Livre, Fátima Marcelino, e o psicólogo José Roberto Tadeu Maiolo também participaram da atividade. Eles apresentaram fatores psicossociais que podem estar relacionados ao sofrimento emocional e à ideação suicida.
Entre os aspectos mencionados durante o encontro estiveram transtornos mentais, depressão, ansiedade patológica, características do estilo de vida e burnout. A programação também apresentou práticas de prevenção, autocuidado e promoção do bem-estar.
Saúde mental também exige atenção no trabalho
A discussão realizada em Mogi das Cruzes reforçou a importância de ambientes profissionais capazes de reconhecer situações de sofrimento emocional e de estimular redes de apoio entre trabalhadores.
Além da conscientização durante campanhas como o Setembro Amarelo, a orientação apresentada aos participantes destacou a necessidade de procurar atendimento profissional quando sinais de sofrimento persistirem ou interferirem na rotina pessoal e profissional.