Uma operação conjunta da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Polícia Militar fiscalizou 21 estabelecimentos comerciais e locais de eventos em Arujá na sexta-feira (28). A ação teve como foco o combate à poluição sonora e a orientação de responsáveis sobre os limites permitidos para emissão de ruídos.
Os locais vistoriados receberam advertências iniciais sobre o cumprimento das normas, sem aplicação de multa nesta primeira abordagem.
Fiscalização passou por quatro bairros e pela Avenida Amazonas
As equipes percorreram estabelecimentos em diferentes regiões do município, incluindo Jardim Emília, Parque Primavera, Mirante e Parque Rodrigo Barreto.
A fiscalização também ocorreu ao longo da Avenida Amazonas, onde agentes realizaram abordagens e orientações aos responsáveis pelos estabelecimentos.
Responsáveis foram alertados sobre limites de som
Durante as vistorias, proprietários e responsáveis pelos locais foram orientados sobre os níveis de ruído permitidos pela legislação e sobre a necessidade de evitar situações que prejudiquem o sossego dos moradores.
Segundo as informações divulgadas pela administração municipal, as 21 notificações tiveram caráter de advertência, sem aplicação imediata de penalidade financeira.
Os responsáveis também foram informados sobre as sanções previstas em caso de descumprimento das normas e reincidência nas infrações.
Operação reuniu forças municipais e estaduais
A ação, denominada Paz Urbana, reuniu integrantes da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar em uma força-tarefa de fiscalização e orientação.
A operação foi acompanhada pelo secretário municipal de Segurança, Washington Adami; pelo secretário-adjunto da pasta, Gustavo Marques; pelo diretor-adjunto do Bem-Estar Social, Jeferson Bauer; e pelo comandante da GCM, Oliveira.
Combate à poluição sonora mira sossego da população
A fiscalização buscou prevenir situações de perturbação do sossego e reforçar o cumprimento das regras relacionadas à emissão de ruídos em estabelecimentos comerciais e espaços destinados a eventos.
Em caso de novas irregularidades, os responsáveis poderão ficar sujeitos às penalidades previstas na legislação vigente, especialmente quando houver reincidência.