Economia Negócios
FDC: 50 anos formando líderes para o futuro
A Fundação Dom Cabral (FDC) completa 50 anos e inaugura uma nova agenda para formar lideranças capazes de conectar empresas, governos e sociedade d...
07/08/2026 15h42
Por: Redação Fonte: Agência Dino

A Fundação Dom Cabral (FDC) completa 50 anos inaugurando uma nova agenda voltada à formação de líderes capazes de articular empresas, governos e sociedade civil. Reconhecida entre as dez melhores escolas de negócios do mundo em educação executiva pelo Financial Times 2026 e líder na América Latina, a instituição inicia seu próximo cinquentenário defendendo que os grandes temas da atualidade — mudanças climáticas, transformação tecnológica, tensões geopolíticas, desigualdades, transição demográfica e novas dinâmicas do trabalho — exigem uma liderança capaz de mobilizar diferentes atores e construir respostas que ultrapassem os limites de uma única organização ou setor.

Entre as melhores escolas de negócios do mundo, a FDC inicia novo ciclo propondo uma liderança capaz de articular empresas, governos e sociedade diante dos grandes desafios contemporâneos.

A proposta parte da compreensão de que empresas economicamente fortes, inovadoras e competitivas continuam essenciais para o desenvolvimento. "Em um cenário de crescente interdependência, o desempenho das organizações dependerá também da capacidade de dialogar, estabelecer parcerias e coordenar interesses entre empresas, governos, academia e sociedade civil, preservando as responsabilidades e competências de cada um", diz o presidente executivo da FDC, Antonio Batista da Silva Junior.

É nesse contexto que a Fundação Dom Cabral posiciona sua contribuição para os próximos 50 anos: preparar lideranças aptas a atuar em ambientes complexos, tomar decisões em cenários de incerteza e combinar desempenho, inovação e responsabilidade na construção de soluções para desafios compartilhados.

Fundada em 9 de agosto de 1976, em Minas Gerais, pelo professor Emerson de Almeida e pelo Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo, a FDC nasceu da convicção de que uma escola de negócios precisa compreender seu tempo e contribuir para transformá-lo. Ao longo de cinco décadas, consolidou um modelo educacional baseado no rigor científico, na produção de conhecimento aplicado e na conexão permanente com as transformações do ambiente empresarial.

Hoje, a escola integra educação executiva, acadêmica e social, pesquisa e desenvolvimento de organizações públicas, privadas e do terceiro setor. Presente em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal, por meio de atuação própria e da rede de Associados Regionais, a Fundação Dom Cabral também ampliou sua presença internacional. Mantém parcerias com instituições de ensino de 29 países, possui as acreditações internacionais EQUIS e AMBA, e reúne uma rede de aproximadamente 50 mil alumni. Somente em 2025, cerca de 40 mil pessoas participaram de seus programas de desenvolvimento.

"A liderança dos próximos anos continuará responsável por produzir resultados, gerar valor, assegurar eficiência e manter organizações competitivas. Mas fará isso em um mundo no qual empresas, governos e sociedade precisarão combinar capacidades para enfrentar questões que já não cabem dentro de um único setor. Liderar será também construir pontes, coordenar interesses legítimos e criar convergências sem apagar conflitos nem abrir mão da responsabilidade de decidir", afirma o presidente.

Nos últimos anos, a FDC ampliou sua atuação em temas como inteligência artificial, aprendizagem contínua, desenvolvimento de médias empresas, inovação e sustentabilidade. Também fortaleceu iniciativas de impacto social, concedendo 909 bolsas de estudo em 2025 e expandindo programas de educação, empreendedorismo e inclusão produtiva. No cenário internacional, a escola já capacitou mais de 15 mil empreendedores em países africanos.

"Uma escola de negócios não pode apenas ensinar o que já sabemos sobre gestão. Precisa ter coragem para entrar nas questões que ainda não estão resolvidas. A FDC inicia seu próximo cinquentenário comprometida com a formação de lideranças que combinem visão e execução, desempenho e responsabilidade, capacidade de competir e disposição para cooperar. O futuro exigirá organizações fortes, governos capazes e uma sociedade ativa e mais coesa. Nossa responsabilidade, como escola, é contribuir para formar lideranças nas empresas, governos e sociedade civil preparadas para construir respostas à altura desse tempo", conclui.