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Agosto Dourado: saiba como doar para os bancos de leite estaduais
Campanha reforça a importância da amamentação e da doação de leite humano
30/07/2026 07h37
Por: Redação Fonte: Secom SP

Essencial para a proteção e o desenvolvimento dos bebês, o leite materno é recomendado de forma exclusiva nos seis primeiros meses de vida e de forma complementar até os dois anos de idade ou mais. Por meio da amamentação, a criança recebe nutrientes e anticorpos que ajudam a protegê-la contra diversas doenças, como diarreias e infecções, especialmente as respiratórias. O leite humano também contribui para reduzir complicações e sequelas em bebês prematuros.

O Estado de São Paulo conta com 58 bancos de leite humano (BLHs) e 53 postos de coleta de leite humano (PCLH), que atuam para garantir a segurança alimentar de recém-nascidos internados em unidades neonatais. Sempre que possível, os bebês recebem o leite da própria mãe e, quando isso não é viável, o leite doado por outras lactantes. Para os recém-nascidos internados, esse alimento reduz o risco de complicações da prematuridade, como a enterocolite necrosante.

Para ser uma doadora de Leite Humano confira a relação das unidades mais próxima da sua casa em: https://rblh.fiocruz.br/como-doar-leite-materno.

Como doar leite humano

As mulheres interessadas em doar leite humano devem entrar em contato com o Banco de Leite Humano (BLH) mais próximo de sua residência. A equipe fornecerá todas as orientações necessárias para o cadastro como doadora.

Após o cadastro, a doadora receberá orientações sobre a coleta e o armazenamento do leite humano, além do material necessário para a extração.

A coleta do leite é realizada na residência da doadora, em data previamente agendada pela equipe do Banco de Leite Humano.

De janeiro a junho deste ano, os bancos de leite humano do estado de São Paulo beneficiaram mais de 24,5 mil receptores (bebês) e receberam mais de 29,9 mil litros de leite humano. Atualmente, São Paulo responde por 23% de toda a coleta de leite humano realizada no Brasil.

Além disso, dados preliminares deste ano indicam que 52% das crianças menores de seis meses acompanhadas pela Atenção Primária à Saúde no Estado de São Paulo estavam em aleitamento materno exclusivo, percentual semelhante ao observado na média da região Sudeste e do país.